Janeiro

Oláaa…quem é vivo sempre aprece, não é o que diz o ditado?! Então, here I am! Mal passou o Natal e Janeiro já chegou ao fim, o mês passou num piscar de olhos, mais rápido do que desejaria. Férias?! Não sei se posso dizer que realmente as tive. Afinal, apesar de meu corpo descansar, minha mente não esteve nem por um minuto distante dos estudos, das provas de vestibular. De fato, a escola acabou e tive uma formatura inesquecível, mas meus esforços para absorver qualquer conhecimento que fosse para realizar as segundas fases que tinha pela frente me mantiveram ocupada. Durante duas semanas de janeiro meus finais de semana foram dedicados ás provas da FUVEST e da UNICAMP e agora aguardo ansiosa e angustiada os resultados. Talvez se fosse menos dedicada e responsável eu seria também menos preocupada e ansiosa, mas sei que não há nada que possa fazer a respeito e que isso me faz ser o que sou.
Mesmo assim, com uma parte da minha mente sempre pensando o que será do meu futuro, nessa última semana eu pude me distrair e fazer o que mais amo: viajar, ler e assistir filmes!
Viajei com meus pais e uma amiga para o Sul do Brasil. Não foi a primeira vez que fui à região, mas sempre vejo paisagens e experimento coisas novas! Dessa vez fomos à Canela e Gramado passando por praias, descendo e subindo a serra várias vezes. Uma das coisas que faço questão de fazer pelo menos uma vez ao ano é ver o mar. Para mim aquela sensação de imensidão, do horizonte sem fim e do poder da natureza são impagáveis e renovam minhas energias. Então, assim foi feito!
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Balneário Rincão – SC

Durante as várias horas que passei na estrada li bastante de Great Expectations de Dickens. Estou para acabar o livro e a cada página me apaixono pelas palavras do escritor inglês e mergulho no universo do século XIX. Comecei o romance sem saber absolutamente nada a respeito da história, apenas que ela estava em quarto na lista dos 100 melhores romances britânicos da BBC Culture. Até agora o livro faz jus à classificação e espero escrever mais a seu respeito quando acabar.
Finalmente voltei e toda vez que viajo concluo que a melhor coisa de uma viagem além dela em si, é voltar para casa. Aos poucos as coisas voltam ao seu lugar até que o que resta são as fotos, as lembranças e as piadas.
E ontem eu tive um momento de felicidade: baixei por torrent e assisti o episódio especial de Sherlock, The Abominable Bride. Estreou no dia primeiro, mas até ontem não havia tido tempo de procurar. Foi tão lindo rever Benedict Cumberbatch atuando como Sherlock e Martin Freeman como Watson!
Às vezes me esqueço o quanto amo essa dupla (lógico, todos os outros personagens também). Um carinho especial pelo Ben ❤ Em relação ao episódio em si, li várias reviews com algumas críticas sobre um certo ponto que não mencionarei para evitar spoilers, mas eu particularmente gostei bastante e fiquei ainda mais ansiosa para a quarta temporada que, infelizmente, será lançada apenas em 2017.
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E assim vão minhas “férias”. Pretendo assistir alguns filmes nomeados para o Oscar – já desisti de ver todos hahhaha – e torcer para o Leonardo DiCaprio ganhar. Que ventos bons me tragam boas notícias e boas energias!
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DiCaprio sendo DiCaprio

beijos,

Estradas & Café

Ontem estava despretensiosamente vendo algumas ideias interessantes no Pinterest, não visava a nada muito específico, e me deparei com a seguinte imagem:

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De repente ela me chamou a atenção, condensou alguns pensamentos e sentimentos meus. Eu me identifiquei.
Não é de hoje que estradas significam mais do que seu sentido literal, elas são metáforas para possibilidades e oportunidades, para um recomeço e também para a continuidade da vida que segue numa direção e não volta. E acho que o que me atraiu nessa foto foi justamente um mix de tudo isso: o acesso ao desconhecido, ao misterioso, á chance de reiniciar – aproveitando esse gás cheio de expectativas de começo de ano – a que ela nos conduz.
Estradas, trilhas, ruas de paralelepípedos, todos nos levam a algum lugar e, agora, minha máxima é “let’s go anywhere”. Porque cada vez mais percebo que temos menos controle da nossa vida e, assim, desse jeito, essa imagem me pareceu animadora e tentadora.
Peço licença para começar esse ano navegando em águas inexploradas e que o vento me leve a surpresas fascinantes. Talvez seja a energia da juventude, eu não sei, mas nós podemos sim chegar aonde quisermos. É benéfico nos darmos vez ou outra doses de invencibilidade.
E, fazendo um trocadilho com Manuel Bandeira, assim eu quereria o meu primeiro post de 2016, com aquele sabor energizante de uma boa xícara de café…

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Imagem do BuzzFeed via Pinterest 

Afinal, nada melhor que começar a manhã regada a café ❤

Uma indicação

Além dos livros, outra paixão minha é o cinema. Primeiro, assistir filmes sempre foi um momento ‘família’ aqui em casa. Alguns bons anos atrás, alugávamos um ou dois filmes para passar o fim de semana na nossa chácara, pois lá o sinal de TV era fraco e, internet, nem pensar. Conforme os anos se passaram e meu irmão e eu crescemos, os filmes deixaram de ser infantis e ganharam mais conteúdo (não que eu ainda não goste de animações, vulgo Minions, Toy Story, Frozen porque sim, etc).

Depois, mudamos para nossa casa atual e com a internet e a praticidade, qualidade e opções que o Netflix oferece, começamos a alugar cada vez menos filmes na videolocadora. Mesmo assim, até hoje nos reunimos na sala para a sessão cinema acompanhada muitas vezes de um chá verde.

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Quero dedicar este post para indicar um filme que assisti no dia de Natal. Há um ano…ou seriam dois anos mais ou menos, uma amiga muito querida, a Isa, me indicou insistentemente para que eu assistisse Love Actually. Confesso que não era o primeiro na lista e demorei para vê-lo, mas não poderia ter escolhido um dia melhor como o dia de Natal.

O filme é basicamente uma comédia romântica, um gênero que gosto para distrair a cabeça e que não exige muito. Não é como um filme do Nolan nem um bom Sc-Fi como Alien nem filmes alternativos como Into the Wild, mas Love Actually me conquistou e, para mim, são duas horas e quinze muito bem investidas.

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Como tantos outros filmes que me atraem, este trata sobre histórias de várias pessoas que não necessariamente têm algo em comum no final. O decorrer do filme é durante as quatro semanas que antecedem…o Natal! Realmente, o final não é nada imprevisível, mas a mensagem que deixa, a trilha sonora e o elenco- preciso comentar a respeito desse ponto, pois num único filme temos Hugh Grant, Liam Neeson, Bill Nighy, Emma Thompson, Martin Freeman, Chiwetel Ejiofor, Keira Knighley, Alan Rickman e, caramba, só pelo fato de termos todos eles juntos eu não podia deixar de assistir e criar expectativas – tornam o filme especial e imperdível!

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essa cena é impagável!

Para alguns talvez seja um pouco “água com açúcar”, como dizem. Meu irmão por exemplo, acredito que não ficaria nem para a primeira hora, mas, aos que gostam do gênero, admiram esses atores brilhantes, acreditam na magia do amor e do Natal e são, porque não, otimistas, eu recomendo fortemente!

Fica a dica e aceito indicações de outos bons filmes qualquer que seja o gênero! Estou sempre aberta a novidades 🙂

beijos

Christmas feelings

Olá pessoas,

Sei que é um tema clichê, mas na véspera da véspera do Natal eu não poderia deixar de escrever algumas observações, sentimentos e lembranças a respeito dessa data festiva tão comemorada em todo o mundo.

Quando criança, crescemos com uma visão de Natal típica do hemisfério norte: quintal encoberto por um tapete fofo, gelado e branco; lareira ligada por causa do frio; passeios de trenó; pinheiros de verdade e recém cortados para serem enfeitados e por aí afora. Porém, não é preciso muito para perceber que no auge do verão brasileiro não encontramos esse aconchegante cenário nem somos visitados por um certo bom velhinho de barbas brancas num trenó voador carregando sacos de presentes.

Mesmo assim, me conformando com o jeitinho brasileiro, as festas de final de ano são sempre especiais para mim. Costumo passar o Natal na casa da minha avó paterna (que por sinal é minha vizinha) e os irmãos do meu pai vêm nos visitar. Logo, eu sei que tenho comidinhas natalinas deliciosas garantidas – assados dos mais variados (pernil, tender, peito de peru…) banhados em vinho e frutas, farofas e sobremesas!Montamos a árvore e decoramos a casa com enfeites…esse ano em particular nossa árvore está realmente iluminada, papai colocou uns cinco pisca-piscas de cores diversas.

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My tree

Embora a essência não mude, nós, as pessoas, mudamos. Meus primos(as) crescemos e a cada Natal estamos em fases diferentes. Nós, que éramos a geração de crianças, fazíamos a casa ficar cheia de presentes. Agora, os embrulhos volumosos diminuíram de tamanho, mas ficam as gargalhadas e as brincadeiras. Permanece a união, mesmo que vez ou outra paire certos conflitos ou desentendimentos no ar.
Por isso, apesar desse final de ano corrido e cheio de emoções – com minha formatura e provas de vestibular – eu tento absorver cada detalhe de mais um Natal ao lado de pessoas queridas.

beijos e FELIZ NATAL 🙂

P.S.: a quem gosta, desejo a todos muitos livros de presente!

Jessica Jones (no spoilers)

Olá pessoas,
Segunda foi minha última prova desse ano, então, digamos que terça foi meu primeiro dia de férias. Deitando às 4:30 da madrugada e acordando às 11h…acho que começou bem até. E o que me leva a escrever esse post é justamente o que fiquei fazendo até às quatro da madruga de terça: Jessica Jones.

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Acho que assisti ao primeiro episódio há umas duas semanas mais ou menos e só não terminei a primeira e única temporada antes por conta de tempo e prioridades. Bem, o que dizer…eu simplesmente me surpreendia com cada episódio!
Para quem nunca ouviu falar, a série é original Netflix baseada nas histórias em quadrinho da Marvel. Modéstia parte, eu adoro as adaptações da Marvel e todo seu universo de super-heróis, então já estava contando os dias para o lançamento. Poréeeem, mesmo para quem não curte muito, assistam Jessica Jones! Sim, ela é uma supre-heroína com poderes sobre-humanos, mas ao mesmo tempo ela é totalmente humana – tem que lidar com o alcoolismo e com as contas para pagar -, mas isso tudo vocês encontram numa resenha ou numa crítica muito boa.

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O que quero deixar para vocês aqui são duas coisas:
(1) eu estou naquela fase depressão-pós-série em que você não acredita ainda no final e em como tudo aconteceu. Devorei os últimos episódios e só tenho elogios para como as coisas foram se desenrolando. Para mim, os episódios 7, 8, 9 e 10 são o clímax e você simplesmente não consegue parar de assistir porque a cada instante tem uma reviravolta;

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(2) Sou apaixonada pelo vilão! David Tennant interpreta o Homem-púrpura, ou Killgrave como ficou mais conhecido. Embora não assista Doctor Who, Tennant ficou famoso por representar o décimo Doctor – pensando seriamente em assistir somente as temporadas em que ele aparece. Mesmo seu personagem, Killgrave, sendo um psicopata controlador de mentes(literalmente), eu passei a série inteira torcendo por ele. Fazer o que, née?? O fato dele ter um sotaque inglês e estar na maioria das vezes com um blazer roxo não ajuda a odiá-lo, pelo contrário hahahaha.

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Então, é isso! Quem já assistiu diz aí o que achou e, quem ainda não viu, assista!

beijos,

Tag Irmandade dos Blogueiros e Tag 8 coisas

Meus últimos dias têm sido corridos como já mencionei, então está meio difícil arranjar um tempinho, mas as lindas Isa(isaneblina) e Gabi(Blog Manjericão) me indicaram para responder a Tag Irmandade dos Blogueiros e a Tag 8 coisas, respectivamente. Agradeço pela indicação e vou responder com muito gosto 🙂 Para não fazer dois posts diferentes eu vou tentar fazer as duas e vamos ver se vai dar certo.

1. O que você mais ama sobre escrever um blog?

Bem, acho que o que mais me agrada em escrever um blog é o fato de poder escrever sobre o que eu quiser e me expressar para o mundo sem ter necessariamente um destinatário específico.

 
2. Criar um blog te mudou de alguma maneira?

Me mostrou que tem muita gente por aí que pensa e escreve muita coisa legal.

 
3. Qual é a arte que mais te atrai? (Música, cinema, literatura, fotografia, pintura, moda…)

Olha, eu fico bem dividida entre o cinema e a literatura. O cinema de certa forma exige menos esforço, então é ao que eu tenho me dedicado ultimamente. Porém, sou apaixonada pelos livros ❤

 
4. Qual foi o último livro que leu? Gostou?

Hum, foi Os Elefantes não Esquecem da Agatha. Eu AMEI e pretendo ler outros da autora.

 
5. E qual o último filme que assistiu? Gostou?

Essa é mais difícil…acho que foi Gilbert Grape: Aprendiz de Sonhador – com um elenco incrível por sinal: Leonardo DiCaprio e Johnny Depp novinhos. Adorei o filme, se passa num Estados Unidos interiorano, recomendo!

 
6. Você curte as comemorações de fim de ano?

Muito! Para mim tem um gostinho especial, adoro enfeitar a casa, ter a família reunida e me lambuzar com as comidinhas deliciosas da vovó!

 
7. 2015 foi um ano difícil pra você também?

Foi atípico, foi estressante, foi emocionante, foi surpreendente…2015 me ensinou muitas coisas e acho que amadureci bastante. Vivi momentos especiais com pessoas queridas que eu não trocaria por nada. Então, acho que mesmo as coisas ruins nos deixam algo de bom.

 
8. Qual seu maior sonho para 2016?

Ser feliz, é muito relativo é clichê, mas enfim.

 
9. A música da sua semana.

Nem York, New York do Frank Sinatra, simplesmente porque está tocando na sala agora por conta de um especial do Frank Sinatra e eu sou apaixonada por essa cidade!

 

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♥ 8 coisas pra fazer antes de morrer
Ir pra Inglaterra
Cruzar os EUA de leste a Oeste
Fazer algo importante para a sociedade
Encontrar um amor para a vida
Passar um Natal com neve
Patinar no gelo
Deitar numa campina verde
Andar numa montanha russa

♥ 8 coisas que amo
Sotaque britânico
Pão de queijo
Frio
Livros de bolso
Post-its
Enfeites de Natal
Caminhar por cidades desconhecidas sem rumo
Luzes – pisca-piscas, luzes coloridas, fluorescentes

♥ 8 coisas que falo
Okaydonkey
Bosta
Allons-y
É a vida…
Fuck
Ai deuses
Tipo
…é demais!

♥ 8 makes/roupas
Batom vermelho
Calça jeans
Cardigã
Botas
Lápis preto
Vestidinhos estampados
Pijama ❤
Casacos de inverno daqueles até o joelho

 

Digamos que eu não segui a risca para responder a Tag, mas aí está hahaha

beijos,

Frenesi do séc. XXI

Esses dias têm sido uma correria para mim e eu estou ficando cada vez mais cansada. Às vezes, ao acordar de manhã, chego a pensar que passei a noite em claro do que dormindo na minha cama – fortes indícios de que preciso dormir mais que poucas seis horas por dia. Meus planos de me concentrar e estudar se foram ontem porque simplesmente não consigo mais ficar, uma hora que seja, sentada na cadeira tentando resolver exercícios.
Enfim, estou exausta e confusa – nunca estive 100% certa do que queria (em contexto de vestibular) e, infelizmente ou felizmente, agora mais do que nunca estou pondo em xeque minhas decisões e realmente considerando de que necessito de mais tempo para pensar, refletir e me conhecer.
Feito esse desabafo, chego no assunto que queria abordar que, afinal, tem tudo a ver com tudo. A questão é que quero tempo, queria poder pedir uma trégua para o juiz e parar esse jogo maluco cujas regras ainda estou aprendendo. Cada vez mais eu penso nesse ritmo acelerado em que vivemos.
Mais de uma vez, a única coisa que desejei era ficar deitada encarando o teto do meu quarto, querendo esquecer o mundo, por alguns minutos que fosse, mas ele não se esquece da gente. O tempo me assusta, porque sei que não está sob meu controle, porque tira coisas de mim que sei que jamais voltarão, porque o relógio gira apenas numa única direção. O tempo é cruel, passa rápido. Se você não se adapta a essa velocidade e instantaneidade do mundo de hoje, elas te fagocitam e nós viramos robôs involuntários.
A beleza de tudo, da vida, da humanidade, está na diversidade, na originalidade, mas como sermos nós mesmos nesse caos que é o século XXI?! São sempre preocupações e planos para o futuro…e o presente? e o hoje? Quando o futuro se torna realidade tem sempre um outro futuro mais distante e é a isso que nos agarramos deixando de viver plenamente. Não nego a importância de ter metas e planejar o amanhã, só acho que precisamos de mais equilíbrlio.

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A Persistência da Memória – Salvador Dalí

Por fim, nada melhor que uma das maiores obras de Dalí (um dos meus artistas surrealistas favoritos). Achei que o quadro se encaixa no meu texto, a interpretação fica por conta de vocês 😉 A imagem eu peguei aqui, um blog que acabei de descobrir e que me interessou bastante.

beijos,

 

Hydrangea macrophylla

Hoje, segunda feira, com o começo dessa nova semana eu estava decidida a focar e a me concentrar nos estudos novamente. Reuniria minhas últimas forças e tentaria retomar o ritmo. Assim, determinada, passei o dia entre física, matemática e biologia podendo dizer que, afinal, foi produtivo. Finalmente, parei e vim escrever um pouco por aqui.

Na verdade, pensei nesse post muito antes de criar meu blog e, bem, agora que o tenho, por que não materializá-lo? Posso dizer que o título é bem sugestivo, mas deixemos ele para daqui a pouco.

Tudo começa no jardim e com o amor inigualável da minha mãe pelas flores. As pessoas têm seus hobbies – alguns mais exóticos que outros – e, minha mãe, cuida do nosso jardim. Admito, sem rodeios, que não sou religiosa e raras vezes um pouco supersticiosa, mas de alguma forma mamãe consegue transmitir suas energias ás suas plantinhas. Enquanto uns se alegram ao comprar roupas ou sapatos ou livros ou doces (não que minha mãe também não goste disso tudo), ela se diverte ao caminhar entre os corredores de mudas das mais diversas espécies, cores, perfumes, formas e texturas. Ela se entusiasma e tenta, às vezes sem sucesso, chamar nossa atenção para o diferente, afinal, alguma coisa mudou em casa: é um cachepot novo ou uma rosa pendente ou a Amarílis que floresceu. Nosso jardim é vivo, mágico, quase surreal. Afirmo que não há um dia no ano que não tenha flores. Sei que muitas vezes não dou o valor que deveria, mas ter o privilégio de abrir a janela e dar de cara com Ipomeias e Ibiscos é lindo!

Enfim, vamos a essa tal de Hydrangea macrophylla que, tenho certeza, todos já viram. Trata-se nada menos nada mais que das estonteantes e exuberantes Hortênsias. Era de se imaginar que essas flores fariam impreterivelmente parte da lista de convidados desse baile particular que chamo jardim. Nessa época do ano elas começam a florescer e não posso deixar de admirar sua beleza e seus tons rosados e arroxeados. Em cada época do ano mamãe me pede para fotografar suas criações e eu fotografo, mas infelizmente as fotos ficam perdidas entre tantos outros pixels. Dessa vez quis compartilhar com vocês as belas hortênsias que vieram nos visitar esses dias.

Por fim, concluo: flores nos fazem bem. E sei que se eu puder minha casa será sempre florida 😉

beijos,

Sobre livros de bolso

Sem sombra de dúvida, os livros têm um espaço especial no meu coração. Por mais fácil e barato que seja o acesso aos textos digitais, eles jamais substituirão as páginas amarelas ou branquinhas repletas de letras das mais diversas fontes. Assim, dentre os inúmeros formatos de livros, existe um que, para mim, tem um charme próprio e sua seção exclusiva nas livrarias me atrai como se fossem diamantes – são os livros de bolso.

Segundo a Wikipédia: “Os livros de bolso foram publicados pela primeira vez pela editora alemã Albatross Books em 1931, a britânica Penguin Books introduziu o formato no Reino Unido em 1935 e 1939 foi a vez da americana Pocket Books.” Ainda da mesma fonte, “Os primeiros livros de bolso publicados no Brasil foram da ‘Coleção Globo’ da Livraria do Globo, lançados em 1933, os livros mediam 11 x 16 cm.”. Agradeço imensamente a essa editoras que disponibilizaram para o público essas maravilhas.

Embora esses livros já tenham sofrido muito preconceito, pois muitas vezes representavam uma literatura menor e tinham e ainda têm um preço mais acessível, as editoras brasileiras atuais como a L&PM POCKET e a CompanhiaDeBolso publicam os mais diversos clássicos e têm seu espaço garantido. Por falar nessa editoras, eu sou simplesmente apaixonada por seus produtos!

Não sei exatamente o que me encanta nos livros de bolso. Acredito que é uma mistura de seu tamanho prático que cabe certinho nas nossas mãos e de suas palavras tão bem distribuídas de forma a ocupar somente o espaço necessário. De qualquer forma, é quase impossível eu entrar numa livraria sem parar nas estantes dos meus livrinhos e contemplá-los e, às vezes, levar um para casa – até porque seus preços também são muito atraentes.

Alguns dos meus:

Nota: Após várias recomendações, inclusive da minha mãe, comecei a ler Agatha Christie e estou amando a versão pocket dos seus romances da L&PM. É um mais lindo que o outro!

É isso…

beijos,

Primeiras horas.2

Ook, sou nova por aqui apesar de ler frequentemente o blog lindo da Isa. Assim, decidi deixar de ser somente leitora para por em palavras um pouco do meu mundo confuso e extraordinário.

Sou meio atrapalhada e essa é uma versão dois do primeiro post, pois o primeiro verdadeiro se perdeu…poof! Mais de 200 palavras sumiram, maaaaas tudo bem, agora tenho mais sobre o que escrever. Whatever…por onde começo? Acho que do começo, digo, literalmente.

Primeiro, precisava de um nome. Passei um bom tempo pensando até que encontrasse um que me satisfizesse e dissesse um pouco sobre mim. De certa forma, o que escolhi diz um pouco a respeito de todos nós: Poeira estelar – (1) tem seu tom poético e (2) um quê de astronomia/ física que também adoro e faz parte de mim. Parte um: cumprida.

Então, era só criar. Foi aí que me avisaram que esse nome de usuário já existia. Me frustrei e tentei pensar em outro, mas infelizmente nenhum me agradou e deixei o atual, explica-se, portanto, a presença desse adicional.

Parte dois: personalizar. Por mais inacreditável que seja encontrei uma dificuldade técnica incalculável em adicionar uma foto de capa. Simplesmente não conseguia acessar minhas fotos e foi somente no dia seguinte, ou seja, hoje, que administrei esse pequeno detalhe – a foto, a propósito, é do meu quarto. Feito isso, comecei a escrever e consegui perder todo meu trabalho…enfim, estou superando essa perda lastimável. Não reproduzi obviamente as mesmas palavras, mas digamos que ficou bem parecido.

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a foto que me deu tanto trabalho

 

Não sei se foi um bom começo, mas foi um começo de algo que não sei a forma que terá. Nesse turbilhão de coisas que preciso estudar para o vestibular – … … … … reticências são melhores que palavras para descrever essa coisa que se inicia com V ... … … … – espero encontrar tempo para escrever e desestressar.

beijos,